"Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos." (Shakespeare)

Coisa de Sina

Vejam só...cabelo ao vento e olhar ao chão
seu caminho a passos lentos vai
Onde foi parar o encanto, a sedução
que o sonho ao vento já levou?
Passa a tarde e tão lijeira a tarde cai
Primavera à flor da idade, murchará...
Quantas andorinhas fêz voar de suas mãos
e logo, outros encantos, chagarão
Colorida flor verá brotar do seu jardim
se fica, ou se volta...no ir embora vão
Pois será passado sempre a diluir...
só será passado a diluir...
E o que foi...ainda é...sempre será!
é coisa de sina, e assim será?
é coisa de sina, e assim será!

Poema e Melodia: Ana D´Araújo

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